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SILOZAM SILAGENS
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Estamos lhe enviando este email para que V.Sra. possa conhecer um pouco mais sobre nosso produto, que trata-se de silagem de milho em fardos de 60, 300 e 400 Kgs com durabilidade de 12 meses, produto este pronto para consumo. Com disponibilidade para venda o ano todo. Segue em anexo analise do produto e algumas fotos. E abaixo nossa tabela de preços já com o ICMS incluso (12%), mercadoria a disposição para ser retirada em Campo Grande MS.
Estamos a sua disposição para lhe fornecer maiores esclarecimentos.
ALFREDO MARCONDES GIMENEZ
COML. SILOZAM SILAGENS
55-67-3352-3679 / 55-67-9293-7144
comercialsilozamsilagens@hotmail.com
www.silozam.com.br
NOS VALORES ABAIXO JÁ ESTA INCLUSO O ICMS, PARA A SAIDA DA MERCADORIA DO ESTADO DE MS.
CONDIÇÃO DE PAGAMENTO SILAGEM DE MILHO
FARDO DE 60 Kgs
FARDO DE 300 KGS
FARDO DE 400 KGS
À VISTA R$ 21,00 ou R$ 350,00/ton R$ 87,30 ou R$ 291,00/ton R$103,60 ou R$259,00/ton
30 DIAS OU 20 E 40 DIAS R$ 21,90ou R$ 365,00/ton R$ 91,50 ou R$305,00 /ton R$ 108,00ou R$270,00/ton
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O INTERNET EXPLORER 8 DÁ DICAS DE SEGURANÇA PARA
Indicações de Mercado Internacional
Produto Origem US$/ Ton Posto Variação Semana Anterior 1 Ano Atrás
Soja em grão Brasil 481 Cif – Rotterdam - 1,4 % 488 470
Soja em grão EUA 463 Cif – Rotterdam -1,5 % 470 421
Girassol Europa 523 Cif – Amsterdam +5.0 498 348
Canola Europa 503 Cif – Hamburgo +1,4 % 496 375
Milho EUA 235 Fob – Golfo +4,4 % 225 159
Linhaça Canadá 640 Cif – Europa 2,4 % 625 475
Nesta terça-feira em Xanxerê
Lojas agropecuárias de SC e PR atuarão em rede interestadual de cooperação
A cooperação empresarial é o caminho adotado pelas lojas de produtos agropecuários de Santa Catarina e do Paraná para se expandirem e crescerem de forma sustentada e competitiva. Com o apoio do Sebrae, essas empresas constituem oficialmente a REDE AGROFORÇA DE AGROPECUÁRIAS em solenidade programada para esta terça-feira, dia 17 de agosto, às 20 horas, no Clube Cultural e Recreativo Xanxerense, em Xanxerê (SC). O ato será prestigiado pelo secretário da Agricultura, Enori Barbieri, pelo diretor técnico estadual do Sebrae, Anacleto Ângelo Ortigara e pelo coordenador regional Enio Alberto Parmeggiani, entre outras autoridades.
Essa experiência inédita, chamada de “a nova força no campo” já tem escritório em funcionamento e área de depósito sendo preparada para receber produtos que serão adquiridos de forma descentralizada para distribuição aos sócios. As lojas consorciadas na rede faturam cerca de 50 milhões de reais ao ano e sustentam 74 empregos diretos.
O presidente da rede Agroforça e co-proprietário da Celeiro Agropecuária, de Francisco Beltrão (PR), Vilmar Bottin, observa que “as lojas da rede estão em pleno aperfeiçoamento técnico no varejo e buscam melhores condições de sobrevivência e crescimento nos mercados onde atuam”. Informa que foram fechadas “excelentes negociações” com fornecedores de produtos comprados em conjunto e está otimista com as perspectivas de negócios.
A rede já se encontra em expansão e mais 20 empresas desejam ingressar na Agroforça, mas a meta é admitir dez novos sócios para 2010, com base na idoneidade das empresas. “Queremos empresas idôneas para desenvolvermos grandes parcerias com nossos fornecedores”, antecipa o tesoureiro da Rede e co-proprietário da Agropecuária Polli e Borin, de Xaxim (SC), Roberto Polli.
O potencial de negócios da Rede Agroforça está concentrado em 3 importantes pilares: a idoneidade dos sócios; a vivência e o conhecimento do ramo; e o potencial de crescimento das empresas.
A Rede Agroforça é a 56ª criada em Santa Catarina pela metodologia do Programa Central de Negócios desenvolvida pelo Sebrae/SC. Esse programa genuinamente catarinense foi levado pelo Sebrae Nacional a 26 Estados do Brasil para auxiliar no crescimento de pequenos empreendimentos.
O Programa Central de Negócios foi inspirado no modelo francês e espanhol de associativismo para negócios, tendo como tripé de sustentação a compra conjunta, o marketing e a venda integrada. As empresas que participam do Programa aumentam em média 40% o seu faturamento, reduzindo 12% os custos e aumentando em 20% em média a mão de obra ocupada, revelam os consultores da área de mercado do Sebrae SC, Jefferson Reis Bueno e Sérgio Augusto Monteiro.
LOJAS AGROPECUÁRIAS FUNDADORAS
A rede Agroforça é formada pela Agropecuária Cadore (Faxinal dos Guedes/SC), Agropecuária Campo Nativo (Clevelândia/PR), Agropecuária Kleimpaul (Xavantina/SC), Agropecuária Polli e Borin (Xaxim/SC), Agropecuária Quatro I (Abelardo Luz/SC), Agropecuária Verde Vale (Galvão/SC), Bikaro Agropecuária (Xanxerê/SC), Celeiro Agropecuária (Francisco Beltrão/PR), Gerecel Agroveterinária (Irani/SC), Agrovema (Mariópolis/PR), Zanca Agropecuária (São Domingos/SC), MCC Agroveterinária (São João/PR), Veterinária Schimar (Coronel Vivida/PR) e Agropecuária Agroponto (Chapecó/SC).
MARCOS A. BEDIN
Registro de jornalista profissional MTE SC-00085-JP
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Após obtenção do Certificado de Mérito Genético, concedido pela ABBlonel em 2006 quando de sua classificação “Elite em Prova de Avaliação para Qualidade de Carne”, o touro DOM BLONEL.COM recebeu também a primeira “Aprovação em Teste de Progênie” e acaba de ser contratado pela Central AltaGenetics, empresa multinacional de comercialização de sêmen, com sede no Brasil em Uberaba (MG).
A seleção genética da raça Blonel, baseada em touros provados em testes de progênie, segue o mesmo modelo utilizado há décadas na França por sua raça-base, Blonde, considerado mundialmente como dos mais eficientes.
Sendo um dos fundadores da nova raça e também criador do touro DOM, Eduardo Rocha Leão, pecuarista em Pedreira (SP), comenta que: “para se tornar um touro provado, não bastam apenas suas individuais características superiores. O mais importante é que ele tenha comprovado a capacidade de transmissão dessa genética à sua progênie, garantindo assim resultados superlativos ao produtor que a utilizar, já em sua primeira geração”.
Leão ressalta também que a modernidade na formatação da raça Blonel, contempla as atuais temáticas do agronegócio, que são a sustentabilidade e o prenunciado aquecimento climático.
“Sustentável é ser economicamente viável, ecologicamente correto e socialmente justo. E para rapidamente atender a esses três quesitos, o moderno pecuarista já percebeu que o caminho é o da criação a campo com a prática do cruzamento industrial, onde o vigor híbrido decorrente do fenômeno científico da heteroze e a complementaridade entre raças, fazem produzir mais quantidade com mais qualidade e em menos tempo, sem necessidade de se desbravar novas áreas.
A questão do aquecimento global, potencializado nas regiões tropicais como as do Brasil, vem restringindo cada vez mais a possibilidade de utilização das genéticas puras européias, abrindo um enorme espaço para a nova raça Blonel, que foi especialmente sintetizada para vencer adversidades dessa natureza.
Tanto os animais puros da raça Blonel, de composição sanguínea 5/8 Blonde e 3/8 Nelore, como seus produtos de cruzamento, possuem predominância de pelagem curta e clara, com pele e cascos escuros (sinônimos de rusticidade) apresentando extrema padronização, de forma quase cilíndrica e traseiro bem musculoso, com dorso e lombo de grande espessura e elevado comprimento corporal, estruturado em ossos finos porém fortes, características que lhes conferem excepcionais rendimentos de carcaça e também na desossa”.
A Central AltaGenetics, antes mesmo do lançamento oficial de comercialização programado para o início de setembro, já recebeu por intermédio de seu gerente Marco Oliveira, solicitação de reserva de 500 doses do touro DOM BLONEL.COM, para o pecuarista e atual presidente da Associação Nacional dos Produtores de Bovinos de Corte, Dr.José Antonio Fontes, que durante a ExpoLondrina/2010 teve oportunidade de conhecer o animal, quando da “3ª Mostra Nacional da Raça Blonel” ocorrida no último mês de abril.
O projeto piloto do Programa Alimento Seguro (PAS) na área do leite, realizado no Oeste catarinense, foi tema de encontro que reuniu representantes do Sebrae nacional e catarinense e Senar/SC, nesta semana, na sede da coordenadoria regional do Sebrae/SC em Chapecó. “O programa está obtendo resultados significativos na conquista de maior segurança e qualidade do leite”, avalia o assessor técnico nacional do PAS, Paschoal Guimarães Robbs.
Além de Santa Catarina, o piloto do Projeto Alimento Seguro foi implantado nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Alagoas, Goiás e Ceará. A iniciativa é resultado de uma parceria do Sebrae e Senar nacional, Embrapa Gado de Leite e Senai. O leite é o primeiro produto de origem animal a ser objeto de trabalho do programa alimento seguro (PAS). Santa Catarina saiu na frente e está em estágio adiantado em relação aos demais Estados participantes do PAS. A iniciativa é uma conquista do APL (arranjo produtivo local) do leite, criado pelo Sebrae no oeste catarinense.
Durante toda a semana, uma equipe técnica, coordenada por Paschoal Guimarães Robbs, está realizando visitas nas agroindústrias Aurora e Cordilat e nas 20 propriedades rurais que fazem parte do programa. A intenção é avaliar o andamento das atividades e transmitir orientações para possíveis adequações. “Depois de encerrado o piloto, faremos reuniões para lançar, no decorrer de 2011, o programa em rede nacional”, revela Robbs.
O PAS tem como foco promover a qualidade e segurança do leite, melhorando dois indicadores essenciais – a contagem de células somáticas (CCS) e a contagem total bacteriana (CTB), otimizando o controle de resíduos de antibióticos e adotando medidas para evitar a formação de toxinas estafilocócica e micotoxinas.
Durante sete meses, os produtores são assistidos diretamente em sua propriedade rural com mais de 60 horas de aulas práticas no estabelecimento rural e de formação teórica em grupo, em datas definidas em conjunto com instrutores e participantes.
O coordenador regional do Sebrae, Enio Albérto Parmeggiani, salientou que o programa Alimento Seguro será levado a todos os setores que produzem alimentos. Neste ano, atinge de forma experimental a cadeia produtiva do leite em Santa Catarina, através de ações do Senar e do Sebrae em parceria com as indústrias de lácteos. “Os resultados com as duas turmas-piloto deste ano permitirão os ajustes finais para entrega de cursos em todas as microrregiões catarinenses”.
LEITE EM SANTA CATARINA
A produção de leite tornou-se uma atividade em expansão contínua com potencial para tornar-se a principal ocupação econômica dos estabelecimentos rurais de Santa Catarina. O Estado é o sexto produtor nacional, com 1,9 bilhão de litros por ano. A mesorregião do oeste é a maior bacia leiteira, respondendo por 72% do volume produzido. Para profissionalizá-la, começou a ser implantado de forma pioneira o avançado PROGRAMA ALIMENTO SEGURO (PAS) com duas turmas-piloto – uma em Cordilheira Alta e outra em Pinhalzinho.
Uma diferença metodológica do PAS em relação a outros programas é a intensidade da ação pedagógica e o monitoramento de resultados. As atividades incluem aulas teóricas, visitas práticas (uma para prestação de oito horas de consultoria ao produtor e, outras, para cinco consultorias de 4 horas por produtor), planejamento das atividades e auditorias para verificar as adequações do plano de ação do produtor.
O déficit na balança comercial de lácteos chegou a US$ 70,5 milhões no acumulado do primeiro semestre deste ano. É um valor 38,1% superior ao saldo negativo de US$ 51,1 milhões acumulado nos primeiros seis meses de 2009. A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) alertam para o fato que marcou o primeiro semestre deste ano na pecuária leiteira: o aumento das importações de leite UHT (leite “de caixinha”) e de soro de leite, principalmente do Uruguai.
A pressão do leite UHT importado é ainda mais forte no Rio Grande do Sul, Estado onde é registrada a segunda maior produção leiteira do País: 3,3 bilhões de litros por ano, ou seja, 12% de toda a oferta nacional. O leite uruguaio está chegando ao mercado gaúcho a preços mais baixos que os do produto local, pressionando para baixo os valores pagos aos criadores. Câmbio desfavorável, com a moeda nacional sobrevalorizada em relação ao dólar, e alta incidência de impostos, no Brasil, são os principais fatores que reduzem a competitividade da pecuária de leite brasileira no atual momento.
O Brasil importou, no primeiro semestre de 2010, 4,31 milhões de litros de leite UHT, um aumento de 60% na comparação com igual período do ano anterior. Desse total, parcela de 61,4% veio do Uruguai, cerca de 2,65 milhões de litros. Somente em junho, o Brasil comprou 1,136 milhão de litros de leite UHT do Uruguai, volume que corresponde a 26,3% do total importado no ano. Os lotes foram destinados principalmente para os três Estados do Sul, onde a produção se eleva nesta época devido à produtividade obtida com as pastagens de inverno, típicas da região.
Com elevada capacidade produtiva, o Rio Grande do Sul é tradicional fornecedor de produtos lácteos para as demais regiões do Brasil. O Estado produz, em média, 130 milhões de litros de leite UHT por mês, dos quais 55% são enviados para outros Estados. Mas, no último mês de junho, ingressaram em território gaúcho 669,3 mil litros de leite UHT uruguaio, o equivalente a 0,51% da produção local. O leite uruguaio teve preço de importação de R$ 1,07 por litro, em valores FOB. Ao ingressar no Brasil, o leite uruguaio não paga qualquer imposto. Já o leite gaúcho, ao ser vendido para outros Estados, paga 12% de ICMS (Imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual, intermunicipal e de comunicação).
Outro problema que preocupa a Faesc e a CNA é a elevada importação de soro de leite. Por esse motivo, no último dia 4 de agosto, foi solicitado ao Ministério da Agricultura a abertura de investigação sobre a elevada quantidade de soro de leite importada. Em junho deste ano, o Brasil importou 4.117 toneladas de soro de leite, 73% a mais da média mensal de importação do ano passado, que foi de 2.384 toneladas. O Brasil é auto-suficiente na produção de soro, portanto, não haveria motivos para comprar esse subproduto no exterior.
TRIBUTAÇÃO EXCESSIVA
A alta tributação vigente no Brasil prejudica os produtores nacionais, ampliando a desvantagem competitiva em relação ao Uruguai. No Brasil, os pecuaristas de leite pagam 9,25% de PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuição para o financiamento da seguridade social) em insumos como ração, sal mineral e uréia pecuária, itens que chegam a representar 40% do custo operacional total em algumas regiões. No Uruguai, esses insumos não enfrentam tamanha tributação.
O setor lácteo nacional é competitivo, mas as políticas econômica e tributária do Brasil impedem maior crescimento e colocam em situações de desvantagem em relação aos concorrentes. Devido à sobrevalorização do real perante o dólar, o poder de compra dos uruguaios é 9,5 maior que o dos brasileiros, segundo dados do Banco Mundial.
Começa a contagem regressiva para a Mercoagro 2010
Começou a contagem regressiva para o maior evento regional do setor de carnes da América Latina. Empresários, autoridades e profissionais de imprensa participaram, nesta semana, do lançamento oficial da oitava edição da Mercoagro, a Feira Internacional de Processamento e Industrialização da Carne agendada para o próximo mês – período de 14 a 17 de setembro – no Parque de Exposições Tancredo Neves em Chapecó. O ato foi realizado na cantina do Centro Executivo Empresarial (Cesec) e consistiu de exibição de audiovisual, pronunciamentos e coquetel de confraternização.
A feira é promovida pela Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), com apoio da Prefeitura Municipal de Chapecó e organização da Brazil Trade Shows (BTS). A Mercoagro 2010 reunirá 650 expositores, entre as maiores empresas nacionais e internacionais do mercado da carne, atrairá 35 mil visitantes e gerará negócios da ordem 150 milhões de dólares.
O diretor de feiras e eventos da Acic e coordenador da Mercoagro, Vincenzo Mastrogiacomo, destacou os aspectos que notabilizam Chapecó e Santa Catarina como centros de produção de carnes com projeção e reconhecimento mundial. Frisou a importância do parque agroindustrial e a privilegiada condição sanitária do Estado como área livre de aftosa em vacinação. Enfatizou o papel da Mercoagro na geração de negócios e na difusão de conhecimentos.
O diretor-adjunto do Senai Chapecó, Almeri Dedonatto, discorreu sobre o 8º Seminário Internacional de Industrialização da Carne, que será realizado no período da manhã dos dias 15 e 16 de setembro, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nês. Considerado o principal evento paralelo da Mercoagro, o Seminário é organizado pelo Serviço de Aprendizagem Industrial (Senai) e consistirá de oito palestras de alto nível, reunido especialistas do Brasil e do exterior. Está prevista a participação de 500 a 600 pessoas, ou seja, mais que o dobro da edição anterior.
O coordenador das feiras de carnes da Brazil Trade Show (BTS), empresa realizadora da Mercoagro, Antonio De Luca Filho, fez um breve relato dos preparativos e das expectativas da expo-feira. O secretário de planejamento do Município de Chapecó, Américo do Nascimento Júnior, realçou a integração entre os setores público e privado que permitiu transformar a Mercoagro em uma das maiores feiras do mundo no segmento da indústria de carnes. O secretário de desenvolvimento regional Gilberto Ari Tomasi representou o governador Leonel Pavan.
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Chapecó, empresário João Carlos Stakonski, enfocou a evolução da feira desde seu surgimento na década de 1990, reunindo e fomentando as empresas de suporte às agroindústrias. “Todos os participantes do processo foram se incorporando à Mercoagro: a indústria metalmecânica, elétrica, de frio, de processos, transporte, manutenção, etc”.
Stakonski assinalou que a Acic está atenda às necessidades dos expositores e visitantes, como hotéis, bares, restaurantes, transporte, segurança etc para manter o elevado nível técnico, conceitual, mercadológico e infraestrutural da exposção-feira.




